terça-feira, 23 de março de 2010

Nada se cria...

Como já diria Chacrinha, "nada se cria, tudo se copia", e algumas bandas e cantores levaram o ditado bem a sério a regravar sucessos. Para quem acha que o cover é exclusividade de bandas de boteco, está bem enganado. Veja abaixo cinco exemplos de bandas que fizeram novas versões de grandes sucessos:

Cake - Strangers In The Night
A banda já regravou desde Mahna Mahna (música dos Muppets) até I Will Survive (talvez o cover mais conhecido deles) passando por War Pigs (Black Sabbath). Mas talvez a mais charmosa seja Strangers In The Night, cuja versão original é de Frank Sinatra. Vale a pena ouvir essa versão.



Muse - Feeling Good
Poucos sabem que a música Feeling Good na realidade faz parte de um musical de 1965, The Roar of the Greasepaint – The Smell of the Crowd. A canção já foi regravada por diversos nomes como Nina Simone, George Michael e até mesmo as Pussycat Dolls. Mas Muse apresenta uma "Feeling Good" mais dramática. Outro cover de Muse que também vale a pena ouvir é "Can't Take My Eyes Off Of You"



Travis - Hit Me Baby One More Time
Alguém lembra da banda que cantava um hit da década de 90 "Sing, sing, sing..." ? Pois é, eles regravaram nada mais nada menos que um dos maiores sucessos de Britney Spears. Com direito até a voz fininha e backing vocal!



James Morrison - It's Too Late
Todos já devem ter escutado, seja na rádio da saudade ou em uma tarde de compras no supermercado a música de Carole King, It's Too Late. Mas poucos já tiveram a oportunidade de ouvir a versão menos brega, por James Morrison, que incorporou a música ao seu estilo, sem fazê-la perder sua identidade.



Incubus - Message in a Bottle
Como pegar uma música com a cara dos anos 80 e transformá-la nos anos 90? Os meios são desconhecidos, mas quem conseguiu a proeza foi o Incubus, ao interpretar um dos maiores sucessos do The Police, Message in a Bottle, ao lado de Gwen Stefani. John Mayer também tentou fazer sua versão, romântica, é claro.



Exemplos como esse mostram que o que vale não é copiar fielmente, mas sim trazer a identidade de cada um para a música, como uma forma de celebrar o ídolo.

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